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Mais de 1000 militares do Acre participam da operação Ágata-7

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tenente_coronel___vilaO Ten - Cel Inf João Augusto Vargas Ávila

No estado do Acre, antes da operação ser deflagrada, o governo manteve contato com os países vizinhos

A sétima edição da operação denominada plano estratégico de fronteira Ágata 7, iniciou no último sábado 18, e vai agir em toda extensão da fronteira brasileira, com os dez países sul-americanos. Com a força efetiva de 25 mil militares e a participação de agentes da polícia federal, rodoviária federal, militar e de agências governamentais, esta edição é a maior mobilização realizada até hoje, pelo governo brasileiro no combate a crimes fronteiriços.

No estado do Acre, antes da operação ser deflagrada, o governo manteve contato com os países vizinhos para o repasse de informações sobre o emprego do aparato militar.

O Ten - Cel Inf João Augusto Vargas Ávila, comentou em entrevista que a operação Ágata faz parte do Plano Estratégico de Fronteira. “A operação Ágata, faz parte do Plano Estratégico de Fronteira e esta acontecendo simultaneamente em todo país, sob a coordenação do Ministério da Defesa e comando do Estado-Maior, Conjunto das Forças Armadas. A execução e cabe à Marinha, ao Exército e á Força Aérea brasileira,” comentou o João Ávila.

A ação acontece especialmente antes da Copa das Confederações, competição esportiva que será realizada em seis cidades brasileiras. O coronel João Augusto Vargas Ávila, acrescentou ainda que a ação servira diretamente para combater crimes transfronteiriços. “O Ministério da Defesa optou por uma mobilização que envolve os 16.886 quilômetros de fronteira. Nas edições passadas, as ações ocorreram em trechos da divisa do Brasil com os países sul-americanos. Os militares estarão atentos aos principais crimes transfronteiriços com narcotráfico, contrabando e descaminho traficam de armas e munições. No estado do Acre mais de 100 militares estão envolvidos na operação,” finalizou.

A operação foi instruída por meio do Plano Estratégico de Fronteira (PEF), criado por decreto da presidente Dilma Rousseff, em junho de 2011. Atualmente, a operação conta com a participação de 12 ministérios e 20 agências governamentais, alem de aglutinar instituições dos 11 estados da região de fronteira.




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