O Rio Branco

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Boa notícia

Por Redação ORB

20 de Abril de 2017 às 09:44:05

Por Márcio Nunes

Recuperação

Deputado Luiz Gonzaga (PSDB) revelou, ontem, na sessão da Assembleia Legislativa do Estado Acre (Aleac) que as obras de manutenção e recuperação das BRs acreanas – 317 e 364 – serão iniciadas já nos primeiros dias do mês de maio.

Parceria com o 7° BEC

Luiz Gonzaga confirmou que as obras entre Bujari e Sena Madureira serão assumidas pelo 7° BEC. O Deracre não mais receberá dinheiro do Governo Federal para executar obras das estradas, nem mesmo as do entorno de Rio branco.

Em Brasília

Gonzaga revelou ter se reunido juntamente com o deputado federal Major Rocha (PSDB) e o senador Gladson Cameli (PP) na última terça-feira, em Brasília, com o ministro dos Transportes, Maurício Quintela, para tratar da questão das BRs.

Sem corte

Os recursos gerais do ministério foram reduzidos em um terço em todo o país, mas para o Acre, segundo o deputado tucano, foram mantidos. Não houve nenhum corte na liberação prevista desde o ano passado.

Caravana

No dia 19 de maio haverá uma caravana vinda de Cruzeiro do Sul a Rio Branco, com a presença do Diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT).

Contraste

A famosa rodovia Transoceânica apresenta um enorme contraste. A parte do Brasil, ou seja, a BR- 317 - trecho Assis Brasil e Brasileia encontra-se em péssimas condições. Mas a parte peruana está em perfeito estado de conservação.

Integração

Há uma real e emergente necessidade do Ministro dos Transportes e o DNIT fazerem a interligação de todos os municípios do Estado para estes municípios poderem ser abastecidos e exportarem seus produtos.

Aeroportos

As pistas dos aeroportos dos municípios isolados precisam das condições de acesso aéreo. As péssimas condições dos aeroportos causam sérios problemas. Um exemplo é o caso de Jordão, que registrou acidentes ano passado.

Má gestão

Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Rogério Abdalla, afirmou, durante encontro com prefeitos e secretários municipais de saúde do Acre que não falta dinheiro do governo federal no setor, o problema, segundo ele, é de gestão.

Reunião

Abdalla esteve terça-feira, em Rio Branco e se reuniu com os novos gestores na Associação dos Municípios do Acre (Amac). O secretário veio acompanhado do coordenador-geral do departamento de gestão, Gilberto Laranjeira.

Burocracia

Secretário estadual de Saúde, Gemil Junior, alegou que o estado esbarra em questões burocráticas quando tenta aplicar os recursos. Ele citou como exemplo a construção da UPA em Cruzeiro do Sul, cuja obra, segundo o secretário parou porque a empresa desistiu.

Boa notícia

Abdalla também tratou com os gestores sobre a contratação de brasileiros formados na Bolívia para o Programa Mais Médicos. Diante de uma platéia com mais de 40 médicos acreanos, garantiu que os profissionais serão incluídos no edital a ser publicado em maio.

Elogios

Prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), elogiou a iniciativa do encontro. Segundo ele, ações como essa devem está acima de questões partidárias. Rio Branco conta com 25 unidades de atendimento e precisa de mais recursos para a atenção básica.

Cobrança

Deputado Jesus Sérgio (PDT) cobrou, na manhã de ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado Acre (Aleac) a responsabilidade do governo estadual para a retomada de uma série obras paralisadas em Feijó e Tarauacá.

Maternidade

Quanto ás obras paralisadas pelo Estado na cidade de Feijó, o deputado destacou inicialmente as da maternidade da cidade, pois a falta desta unidade hospitalar obriga às gestantes procurarem atendimento em outras cidades.

Abandono

Tratando em termos de desenvolvimento econômico, Jesus Sérgio lembrou o abandono do Polo moveleiro e da fábrica de compensados, ambos localizados em Tarauacá.

Determinação

Juiz da Vara Cível da Comarca de Brasiléia, Gustavo Sirena, determinou ao Estado do Acre e Municípios de Brasiléia e Epitaciolândia a construção de aterro sanitário para depósito de lixo urbano no prazo máximo de um ano.

Recursos

Os prefeitos das cidades em questão alegam a falta de recursos financeiros para construção da referida obra. Na decisão, o juiz especificou que a construção do aterro deve ser executada em local previamente aprovado pelos órgãos ambientais, mas não revelam qual a fonte de recursos.

 

 



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