O Rio Branco

Hoje é 17 de Agosto de 2017

Convocação

Por Redação ORB

19 de Junho de 2017 às 10:07:09

Por Márcio Nunes

Decisão

A cúpula do PT se reuniu e decidiu manter as pré-candidaturas do deputado Daniel Zen; do secretário de Segurança, Emylson Farias e da vice-governadora Nazaré Araújo. 

Plano B

Prefeito Marcus Alexandre continua como plano B do PT. Em condições normais, ele seria a melhor opção. Mas para ser candidato ao governo, ele precisa renunciar ao mandato de prefeito.

Drama

A cúpula do PT vive um drama: sabe que Marcus Alexandre é a melhor para disputar o governo, mas ao mesmo tempo, não quer entregar a Prefeitura de Rio Branco nas mãos do PSB, da vice-prefeita Socorro Neri.

Diferente

Tradicionalmente, o PT sempre apostou na decisão da cúpula para definir os candidatos majoritários. Foi assim com Jorge Viana ao governo, Marcos Afonso e Angelim á prefeitura, depois Binho Marques e Tião Viana.

Primeira vez

Pela primeira vez o PT vai usar as pesquisas para definir o candidato. Esse método é muito mais democrático, mas ao mesmo tempo, pode não ser a melhor opção ao PT e à Frente Popular.

Convocação

Claro que se os números obrigados por cada um não forem satisfatórios, o prefeito Marcus Alexandre será convocado a renunciar ao mandato e entrar na disputa. Ele prefere concluir o mandato, mas não pode se recusar.

Forte adversário

Além do desgaste natural do PT, afinal, está no poder, há 20 anos, o partido sabe que vai encarar o senador Gladson Cameli (PP-AC), um candidato forte e tem boa estrutura partidária.

Hipocrisia

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teve várias crises em seu governo, tanto no primeiro, quanto do segundo mandato. Jamais pensou em renunciar ou antecipar eleição.

Aproveitador

Além dos escândalos em seu governo, Fernando Henrique aproveitou o cargo para bancar a emenda da reeleição e ficar oito anos e não apenas quatro. Mas teve coragem de pedir a renuncia de Lula, depois de Dilma e agora quer a saída doe Temer.

Pouca diferença

Evidente que no governo Fernando Henrique não tivemos tantos escândalos quando na gestão de Lula, Dilma e Temer. No entanto, FHC também não é nenhum santo. Ele também aprontou. Há pouca diferença.

Isolado

Tá na cara que algumas lideranças da oposição vão fazer um pacto para isolar o pré-candidato ao Senado pelo DEM, ex-prefeito de Acrelândia Tião Bocalom. Seu partido o DEM, não tem um representatividade política no Acre. Por isso, Bocalom dificilmente conseguirá viabilizar sua candidatura ao Senado.

Otimismo

Bocalom se diz otimista com sua candidatura ao senado, mesmo após duas pesquisas divulgadas, onde aparece sempre em terceiro ou quarto na intenção de voto, o Democrata acredita que tem grandes chances de sair vitorioso.

Lei da semeadura

Dirigente de um dos partidos de oposição deixa claro que o deputado federal Wherles Rocha (PSDB), pré-candidato ao Senado será castigado pela lei da semeadura. Rocha fez uma coligação suicida em Rio Branco, em 2016 e perdeu a confiança dos pemedebistas do Juruá.

Colheita

Os reflexos do que fez em 2016 será colhido agora. Pelo menos é o que andam espalhando por ai pessoas próximas ao deputado federal Falviano Melo. Flaviano faz questão de tocar sozinho as discussões sobre ao eleições do ano que vem.

Unanimidade

Deputado federal Wherles Rocha (PSDB) afirma que o senador Gladson Cameli (PP-AC) conta com a unanimidade dos partidos de oposição ao PT para concorrer ao governo estadual, em 2018.

Acreditando

Rocha acredita que haverá consenso na escolha dos dois melhores nomes da oposição na disputa para o Senado, em 2018. Só que o próprio Rocha se apressou em lançar  seu nome como pré-candidato ao Senado.

Saída honrosa

Tião Bocalom (DEM) deverá ser candidato a deputado federal ao perceber que o cerco está se fechando. Presidente de um partido sem o devido apoio estrutural, Bocalom sabe que não terá as mínimas condições de viabilizar sua candidatura ao Senado.

Sem resposta

Senador Gladson Cameli (PP) decidiu não responder aos ataques feitos por militantes do PT. Para cada ataque há um processo judicial. Enquanto isso, o senador progressista tem criado pautas positivas, para conseguir espaços favoráveis na mídia.

Chances reais

Ex-presidente da Aleac, Elson Santiago pretende voltar ao cenário político em 2018. Antônia Sales, Walter Prado, Zé Carlos, Helder Paiva e Jamyl Asfury, Antônia Sales também deixaram claro que querem voltar á Aleac. A maioria tem reais chances de vitória.

 

 

 

 

 



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