O Rio Branco

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Clamor

Por

18 de Dezembro de 2017 às 09:46:12

Por Márcio Nunes

Ampla discussão

Presidente regional do PSDB, deputado federal Wherles Rocha afirma que avaliza a posição do presidente do PMDB, deputado federal Flaviano Melo, que defende ampla discussão de vice somente em 2018.

Mesma opinião

A mesma opinião foi expressa pelo presidente regional do PP, ex-deputado José Bestene. Ocorre que há duas semanas as lideranças de todos os partidos se reuniram e praticamente decidiram que o vice será o doutor Eduardo Velloso.

Mara Senadora

Wherles Rocha aproveita e afirma que vai conversar com o advogado Sanderson Moura, ex-tucano e diz que sua irmã, a jornalista e apresentadora de TV, Mara Rocha tem luz própria e poderia disputar o Senado.

Clamor

Rocha afirma que há um clamor para que a chapa do Senado tenha a candidatura de uma mulher. Rocha acredita que o senador Gladson Cameli (PP) cumprirá a sua palavra de que o seu vice será indicado pelo PSDB.

Confusão continua

Quando todos imaginam que a oposição está unida aparece alguém e desmantela tudo outra vez. Eles fazem um revezamento uma hora é Tião Bocalom, outra Wherles Rocha, Vagner Sales ou outro nome sem muita expressão.

Inversão

O curioso de tudo isso é que quem tem voto e estrutura para bancar a campanha, no caso o senador Gladson Cameli é obrigado a ouvir desaforos e insultos de ambos os lados. Há uma inversão de valores.

Amadorismo

Jamais vimos tanto amadorismo em uma aliança política. Ninguém se entende, ninguém confia em ninguém. Cada um defende seus próprios interesses. O clima nunca esteve tão favorável à oposição, mas algumas cabeças de bagre continuam a fazer lambanças.

Fonte de discórdia

Por ser parte integrante da família, o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB) deveria ajudar Gladson Cameli a resolver os problemas internos, mas prefere servir como fonte de discórdia. Quando tudo parece está sob controle, ele aparece e solta uma bomba.

Falta liderança

O que falta à posição é um líder. Pela experiência, poderia ser Flaviano Melo, pela popularidade, Sérgio Peteção e pela densidade eleitoral, o próprio Gladson Cameli. Mas ninguém quer assumir o comando e a bagunça continua a aumentar.

Aberrações

Há muitos que não conseguem ser líder, sequer em suas casas, mas se acham no direito de ditar normas na oposição. Há também os que não tiveram competência nem para organizar seus próprios partidos, mas querem cantar de galo nas reuniões da oposição.

O mal pela raiz

Em 2016, alguns partidos da FPA tentaram bagunçar o coreto. O governador Tião Viana entrou em ação e resolveu a parada. Convidou Socorro Neri a se filiar ao PSB e depois apresentou a professora-doutora como vice de Marcus Alexandre.

A mesma fórmula

Recentemente, alguns partidos nanicos da FPA voltaram a ensaiar um movimento para impor candidatura de vice. O governador usou a mesma formula: convidou Emylson Farias a ir para o PDT e o apresentou como candidato a vice. Às vezes, o excesso de democracia, vira anarquia. A oposição ainda não aprendeu essa lição.

Articulação

Vice-prefeita de Rio Branco, professora-doutora Socorro Neri (PSB), iniciou as articulações para montar sua equipe. No início de 2018, ela vai assumir comando da prefeitura e ficará no cargo até dezembro de 2010.

Homem forte

Novo diretor-presidente da Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb), Edson Rigaud, segundo informações, será o homem forte da nova gestão. Segundo informações, ele será o secretário-chefe do Gabinete Civil.

Campeões de gastos

Entre os parlamentares mais gastadores do Brasil aparecem dois acreanos, curiosamente na mesma colocação. Na câmara federal o acreano campeão de gastos foi o deputado Wherles Rocha (PSDB).

Quinto colocado

No senado federal, o senador do PP Gladson Cameli, aparece também na quinta colocação entre os senadores que mais gastaram. Detalhe: os dois parlamentares acreanos gastaram em torno de um e meio de reais cada.

Pesquisa

Foi o portal Ranking dos Políticos que divulgou informações sobre despesas de senadores e deputados relacionadas à Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap). A pesquisa foi realizada desde o começo do atual mandato, em janeiro de 2015, até 5 de dezembro de 2017.



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