O Rio Branco

Hoje é 20 de Novembro de 2017

Resistiu

Por Redação ORB

09 de Outubro de 2017 às 17:17:39

Por Márcio Nunes

Agravamento

Senador Ranfolfe Rodrigues (Rede-AM) criticou o general do Exército Brasileiro, Hamilton Mourão e chegou a classificar o oficial como “maluco”. Ao que parece, o senador petista arrependido, que troca de partido como se troca de roupa, não sabe a gravidade de suas declarações.

Intervenção

Há três semanas, Hamilton Mourão, ao ser questionado pelo mestre de cerimônia de uma Loja Maçônica do Grande Oriente Brasil, em Brasília (DF), afirmou que pode haver intervenção militar para colocar o Brasil em ordem.

Constitucional

Não adianta a esquerda corrupta espernear, dizendo que tal fato pé coisa da ditadura, uma vez que a Constituição Federal prevê intervenção, mas tal fato precisa ter a iniciativa de um dos poderes. Por isso, é possível, mas muito difícil.

Sem punição

Os que se sentiram incomodados com as declarações do general Hamilton Mourão foram pra cima do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas pedindo que este aplicasse punição ao general Mourão.

Sem efeito

As pressões exercidas sobre o comandante do Exército não surtiram feitos positivos. Villas Bôas deixou bem claro que não haverá punição ao general Mourão.  Isso quer dizer que sua opinião representa a opinião do Exército,

 Mutirão

A forte chuva que atingiu Rio Branco e outras cidades da região, na tarde de sexta-feira, marcou 112 milímetros na régua da Agência Nacional de Águas (ANA).  A prefeitura montou mutirão para amenizar o sofrimento das vitimas do temporal.

Preocupação

Apos conversar com parentes de uma liderança política da oposição, o presidente regional do PSDB, deputado Wherles Rocha decidiu adotar o silencio como estratégia. Algumas lideranças políticas, em tom de ironia, afirmam que o silencio de Rocha preocupa mais do que seu barulho.

Surpresa

Quem pensou que Edi Celular sabia apenas vender celulares e assessórios e barulho como sindicalista, enganou-se literalmente. Ele vem dando show como administrador da Central de Abastecimento de Rio Branco (Ceasa).

Resistiu

Tentaram tomar a direção regional do Pros das mãos do empresário Roberto Princesinha, mas a manobra não deu certo. Os que arquitetaram o plano esqueceram um detalhe: a amizade de Roberto com o presidente nacional do partido, Eurípedes Junior.

Gratidão

Além dos laços de amizade, Eurípedes Junior é muito grato ao Roberto Princesinha que há mais de quatro anos percorreu o Acre todo e a periferia de Rio Branco colhendo assinaturas para legalizar o partido. O Pros começou no Acre, graças ao trabalho de Roberto.

Federal

O Pros, segundo Roberto Princesinha, trabalha para eleger um deputado federal e ao menos dois estaduais. Dois nomes fortes podem ser lançados como candidatos à Câmara Federal: ex-deputado federal Fernando Melo e ex-prefeito de Rodrigues Alves, Francisco Deda.

Outra prioridade

Além da eleição de um deputado federal, o Pros trabalha para reeleger a deputada Maria Antônia, eleita pelo partido, em 2014.  Em 2016, o Pros fez o prefeito de Porto Acre, Bené Damasceno.

Homem honesto

Ex-deputado João Correia é defensor irrestrito da honestidade do presidente Michel Temer. Partidário do atual presidente, João Correia inclusive já afirma ter exageros nas acusações contra o ex-presidente Lula. Vai entender...

Mudou de opinião

Até outro dia o ex-deputado João Correia cobrava até a prisão do ex-presidente Lula em virtude das varias acusações contra ele, agora, mudou sua opinião. Seria em virtude do seu pupilo Michel Temer também estar passando pela mesma situação do petista?

Deda Federal

Presidente regional do Pros, empresário Roberto Princesinha convidou o ex-prefeito de Rodrigues Alves, Francisco deda a ser candidato a deputado federal pelo partido, em 2018. Deda gostou da ideia e ficou empolgado.

Metas para 2018

As metas do Pros para 2018 é eleger um deputados federal no Acre e, ao menos, dois deputados estaduais. O partido elegeu, em 2014, a deputada Maria Antonia. O Pros quer ampliar a bancada na Aleac e conquistar uma vaga na Câmara Federal.

Realidade

Tião Bocalom (DEM) não conseguiu montar chapa competitiva de vereadores em 2016, mas acha que pode ser eleito agora em 2018. O único vereador do seu partido, Democratas., Nogueira Lima, foi eleito com seu próprio esquema. Bocalom e outros candidatos ao Senado deveriam voltar ao mundo real.

Pesadelo

Após tentar ser governador e prefeito e não obter sucesso, Bocalom agora quer ser Federal. No entanto, não se preocupa, sequer, em fortalecer seu partido. Assim, o seu sonho pode virar pesadelo.

 

 

 

 



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