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Liberais querem ajudar Gladson Cameli

Suplente de deputado federal pelo PSL, Tião Bocalom, em um gesto de extrema grandeza, tentou convocar reunião extraordinária para deliberar sobre possível apoio ao governo Gladson Cameli (PP), mas  teve que se contentar em escrever uma carta ao diretório nacional pedindo ajuda.

Segundo Valdir Perazzo, Fernando Lage, Paulo Pedrazza, Francisco Roque, Francisco Silva Lima e Tião Bocalom, lideram o referido grupo que  pede “para interceder nessa importante questão, no sentido de autorizarem os subscritores a realizarem a referida reunião extraordinária para deliberarem se integram ou não a base de sustentação do Governo Gladson Cameli.

O grupo deixa bem claro que a decisão é de forma incondicional. Ou sea,ninguém está pleiteando cargos no governo, apenas quer oferecer em defesa do acre e do povo acreano. Defensor publico aposentado e advogado atuante, doutor Valdir Perazzo afirma que o governo Cameli precisa de apoio do governo federal para resolver os principais problemas criados pelo governo petista.

Perazzo lembra que o  Presidente Jair Bolsonaro foi eleito defendendo um programa liberal na economia e conservador relativamente aos costumes. Essa convicção do nosso presidente ficou registrada em seu programa de governo “O Caminho da Prosperidade”. O Acre deu a Bolsonaro a  consagradora votação. Proporcionalmente a maior do país. Por isso, merece atenção especial.

Retribuição

Os líderes do PSL que querem ajudar o governador Gladson Cameli entende que tal fato é uma retribuição ao apoio que o governador e seu grupo deram à candidatura do Presidente Jair Bolsonaro, sobretudo no segundo turno.

Parceria

A parceria, segundo Valdir Perazzo precisa e deve ser mantida, uma vez que o Presidente Jair Bolsonaro vai precisar de apoio dos três senadores aceanos e dos deputados federais.  Dos 11 parlamentares federais do Acre, 10 são aliados de Gladson.

Azedou de vez

Após a confusão registrada esta semana no PSL, não há mais espaço para Tião Bocalom e coronel Ulisses Araújo. Um dos dois vai ter que sair. Pelo visto, Ulisses é mais forte internamente, pis tem apoio do presidente regional, Pedro Valério.

Cargos federais

A maioria dos cargos federais no Acre continua com comando provisprio. O Presidente Jair Bolsonaro afirmou, reiteradas vezes, que os cargos serão ocupados por pessoas com ficha limpa, competência comprovada e que não tenham nenhuma ligação com partidos de esquerda.

CPI da energia

A direção da Energisa, empresa que comprou a Eletrobras-Acre, antiga Eletroacre, pode se preparar pós vai ter que encarar a CPI da Emergia.  O autor dorequerimento que defende a CPI, deputado Genilson Leite (PC do B) já tem apoio de onze deputados.

Apenas oito

Pelo Regimento Interno da Aleac, gora um pedido de criação de CPI precisa de apenas oito votos para ser aprovado. Antes, eram necessários 13 votos, maioria simples. Os deputados Neném Almeida (SD) e Kadmiel Bonfim (PSDB) voltaram a assinar o requerimento.

Indecisão

Neném e Kadmiel assinaram o requerimento, mas retiraram a assinatura no dia seguinte. No entanto, depois de pedidos de lideranças que ofereceram apoio político, os dois mudaram de ideia e voltaram  a  assinar o requerimento.

Armadilha

O líder do governo na Aleac, deptuado Grlen Diniz (PP) classifica o pedido de CPI da Energia como “uma armadilha”. Ele lembrou que audna era da base governista, odeputado Genilson Leite (PC do B) nunca se preocupou com os sucessivos aumentos da tarifa de energia elétrica.

Algo perecido

Na Câmara de Rio Branco, há algo parecido com a indecisão de alguns deputados. O vereador Célio Gadelha (PSDB), que havia assinado pedido de CEI da Emurb. Mudou de ideia e retirou sua assinatura.

Articulação

Governador Gladson Cameli (PP), segundo informações seguras, pretende recriar a Secretaria de Articulação Institucional. A SAI existia no governo Tião Viana, mas foi extinta na reforma administrativa da nova gestão.

 Presidente regional do PSL, empresário Pedro Valério, revelou nesta sexta-feira, todos os detalhes dos acontecidos nos últimos dias no partido, depois que o ex-candidato a deputado Tião Bocalom decidiu externar o desejo dele e de um grupo da sigla de apoiar o governo Gladson Cameli (PP). Houve troca de farpas pela imprensa e pessoalmente entre ele, Tião Bocalom, Fernando Lage e outros. Valério chegou a chamar o grupo de “comparsas” de Bocalom. Além de contar detalhes dessa confusão toda e da provável ida para a base da gestão progressistas. “Mesmo que a gente se acerte, o PSL continuará trabalhando na criação de um candidato à Pefeitura de Rio Branco em 2020”, afirmou. 

PANORÂMICAS

# Governador Gladson Cameli (PP) recebeu há alguns dias, das mãos de um ex-deputado sugestões para melhorar sua popularidade e governar sem pressões.

# A prposta é bastante resumida, mas muito objetiva e realista. O governador gostou do conteúdo e deve colocar tudo em prática.

# Em linhas gerais, a proposta defende mais transparência na gestão, parceria com os demais poderes e entidades de classes.

# Desempenho da deputada Mara Rocha (PSDB-AC) vai além do que os mais otimistas imaginaram.

# Mara, pelo desenvoltura e firmeza em seus atos, nem parece parlamentar de primeiro mandato.

# Ao mesmo tempo em que atua, politicamente no Are, ela obtêm ótimo desempenho na questão parlamentar, em Brasília.

# Direção do MDB desistiu de Minoru e vai procurar outro nome capaz para disputar a Prefeitura de Rio Branco.

# Os partidos que integram a base aliada acabam se precipitando ao anunciar candidatura própria à Prefeitura de Rio Branco.

# O governador Gladson Cameli (PP) defende candidatura única de aliados em todos os municípios.

# Um bom dia ao arquiteto Matheus Fernandes, leitor assíduo desta coluna e um dos concursados da Polícia Civil.

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