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Mesa diretora da Aleac enfrenta manifestações internas

Servidores do quadro efetivo da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) promoveram, na manhã desta terça,  manifestação com cartazes e apitos. Eles reivindicam reposição em seus salários que não são repassados há mais de seis anos.

Os líderes do movimento destacam que  a Aleac conta  com pouco mais de 300 funcionários ativos e mais de 100 inativos, mas  o que está “inchando” a folha de pagamento seria o grande numero de cargos comissionados. Segundo denúncias, são mais de 200 servidores ocupantes de cargos comissionados.

Claro que  os servidores não estão a exigir aumento salarial, mas sim reposição de perdas acumuladas nos últimos seis anos. Os manifestantes criticaram o presidente do Sindicato dos servidores do Poder Legislativo (Sindsplac) e afirmam que o mesmo não representa a categoria.

A manifestação buscava reunião com a mesa diretora da Casa para discutir o Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR). Os servidores se dizem prejudicados pelo ex-presidente Ney Amorim. A atual mesa diretora , segundo eles, puco ou quase nada fez para resolver os problemas.

Comissão

Vice-presidente da Aleac, deputado Jenilson Leite (PCdoB), garantiu que, no decorrer da sessão deliberativa, os deputados montariam uma comissão de parlamentares para receber os servidores e discutir o impasse.

Omissão

A mesa diretora não pode e nem ser omissa nessa justa reivindicação dos servidores do Poder Legislativo. Quem tem que encaminhar e resolver os problemas são o presidente e o primeiro-secretário. Eles foram eleitos justamento pra isso.

Repercussão

A decisão do juiz federal Jair Facundes que barrou aumento da tarifa da conta de energia em 21%, solicitado pela Eletroacre, empresa do Grupo Energisa, teve repercussão na Aleac, nesta terça-feira.

Apoio à decisão

Deputado Jenilson Leite (PCdoB), um dos irresponsáveis pela criação e instalação da CPI a Energia, usou a tribuna da Assembleia Legislativa na manhã desta terça-feira, 2, para destacar a decisão do Tribunal Regional Federal no Acre que determinou a extinção do aumento de energia.

Devolução

A decisão deixa bem claro que a empresa deverá devolver os valores pagos pelos consumidores desde de dezembro de 2018, período em que o aumento entrou em vigor. Provavelmente, o ressarcimento será por meio de crédito nas próximas contas.

Reforço

Claro que a decisão da Justiça Federal reforça o trabalho da CPI da Energia e deixa claro que a comissão não visa fazer proselitismo político, mas sim defender os interesses populares.

Efeito positivo

A direção da Eletroacre, empresa do Grupo Energisa, tem tomado decisões que demonstram mais compromisso e respeito para com os consumidores. O trabalho da Ouvidoria Interna é uma prova disso.

Revisão de contas

Também há vários casos de revisão de contas feita de forma automática pela própria empresa antes mesmo de receber reclamação de consumidores. Evidente que ainda há muitos problemas, mas o tratamento é muito mais respeitoso. 

Membros

A CPI da Enrgisa é presidida pelo deputado Daniel Zen ((PT) e tem como vice-presidente Chico Viga (PHS). O relator é Cadmiel Bonfim (PSDB). Jenilson Leite (PC do B), José Bestene (PP), José Luís Tchê (PDT) e Roberto Duarte (MDB) são membros titulares.

Mais alinhado

Líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Tchê (PDT), demonstra está mais alinhado com o governador Gladson Cameli, após reunião realizadas nos últimos dias.   

Não vê prolema

Tchê disse ainda que não vê problema no governo de Gladson Cameli e destacou as agendas do governador no interior, disponibilizando recursos e também sobre o adiantamento do 13º salário dos servidores. O deputado pedetista muda de ideia muito rápido.

# Um mês após ser empossada, a nova secretária de Saúde, Mônica Feres afirma,em entrevista coletiva à imprensa, que sua gestão será focada na humanização e trabalho em equipe.  A secretária convidou dois coronéis da reserva do Exército para serem seus parceiros na reorganização da Sesacre: Jorge Fernando de Rezende e Vagner Matos de Morais. Ela descartou a possibilidade de terceirização dos servidores. Em um mês, a atual gestora constatou que o Sistema Único de Saúde (SUS) no Acre não funciona e o fluxo de atendimento nas unidades está completamente desordenado.

“Mudar para melhorar”, é assim que ela pretende instalar uma estrutura que possa atender, de fato, o fluxo ideal da saúde. “Em 20 anos a saúde deteriorou o fluxo do SUS, que está totalmente caótico”, revelou. Mônica concorda inteiramente com o governador Gladson Cameli, quando ele diz que “dinheiro tem, o que falta é gestão”.

Uma das mudanças que já entrará em curso é o repasse das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) para responsabilidade do município, e não mais do Estado, como vem sendo. “O Acre é o único em que a UPA é de responsabilidade do Estado, nos outros ela é uma unidade de responsabilidade do município”, destacou Feres.

PANORÂMICAS

# Bastou o governador afirmar que vai antecipar o pagamento de julho e  parte do 13º salário dos servidores para cair nos braços do povo.

# A popularidade do governador subiu da noite para o dia.

# A contratação dos servidores civis e militares que aguardavam desde o ano passado também deu moral ao governo.

# Agora vêm os investimentos em obras e outros setores essenciais como saúde e educação.

# O que não pegou bem, foi a ideia de comprar mais uma aeronave, mas isso será melhor compreendido com o passar do tempo.

# Além disso, o governador tem andado muito.Quando ele  em Rio Branco marca presença em quase todos locais.

# Sábado passado, por exemplo, esteve pela manhã na escola José Sales, no Conjunto Universitário.

# À tarde prestigiou o Arraial da Escola Dom Bosco, próximo à Unimeta.

# À noite marcou presença no Arraial Cultural, no Calçadão da Gameleira.

# Um bom dia à deputada federal Mara Rocha, eleita como a mais atuante da bancada federal do Acre no primeiro semestre.

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