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05 de Março de 2018 às 09:07:58

RECLAMAÇÃO # O deputado Raimundinho da Saúde (Podemos) questionou alguns pareceres emitidos pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Segundo o parlamentar, o órgão estaria se comportando como um poder constituído e criando suas próprias leis.

“A PGE age como se fosse um poder e isso é inadmissível. Ela é subordinada ao governo do Estado. Se ela continuar agindo assim nós teremos que enquadrá-la no Estatuto do Servidor Público”, afirmou.

VANTAGENS # Ainda de acordo com o deputado, os atuais pareceres da Procuradoria-Geral estariam prejudicando os demais servidores do Estado. Ele afirmou que enquanto o servidor comum tem direito a apenas um mês de férias, os funcionários da PGE têm direito a dois.

“Tem mais, enquanto o servidor público comum só tira um mês de férias, servidores da PGE gozam dois meses. O servidor público comum se tirar licença-prêmio não leva suas vantagens, os da PGE levam todas as suas vantagens. Isso é um absurdo. Estão querendo tirar vantagens dos trabalhadores e isso não podemos admitir”, afirmou.

SAÚDE # O deputado Nelson Sales (PV) voltou a falar nesta semana sobre a precariedade do atendimento em saúde em Sena Madureira. Ele relatou que o hospital daquele município está “caindo aos pedaços” e que mesmo diante da situação caótica o governo do Estado nada faz para resolver a situação.

“Neste exato momento o Ministério Público de Sena está naquele hospital, justamente para averiguar a real situação em que ele está funcionando. Não é de hoje que estamos falando nesta tribuna da precariedade da saúde pública de Sena. Recentemente um técnico de enfermagem faleceu vítima de infarto, ele trabalhava como técnico do Samu e no momento em que enfartou não tinha uma ambulância disponível para atendê-lo. A única que o hospital dispõe estava quebrada”, disse o parlamentar.

SAUDE II # O deputado Jesus Sérgio (PDT) questionou a precariedade do atendimento no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb). O parlamentar relatou o caso de um rapaz de 17 anos que passou por uma cirurgia e que após permanecer por quatro meses no hospital à espera de uma avaliação médica foi a óbito.

Para o pedetista, além da sensibilidade o que falta no Pronto Socorro é gestão. “Um rapaz morreu no Pronto Socorro aguardando uma avaliação médica e nós não podemos ficar calados, isso é lamentável. Quantos casos desses precisam ocorrer para a gente mudar a realidade dos nossos hospitais? O que falta é gestão nas unidades de saúde do Estado”, disparou.

O deputado Gehlen Diniz (PP) comentou os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o rendimento domiciliar per capita no Acre e a taxa de desocupação no Estado, referente ao ano 2017, que desconstrói o discurso do atual governo.

Os números apontam que o rendimento per capita observado no Acre é de R$ 769. O Estado compõe o grupo dos cinco estados brasileiros com pior resultado. Para o oposicionista, os dados comprovam a administração “fracassada” da Frente Popular do Acre (FPA).

 

 

 



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