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Boa sinalização

O presidente Jair Bolsonoro, se reunirá com todos os governadores. Na pauta, o combate ao coronavirus.

 

Se não existe um único remédio, tampouco uma vacina, cientificamente recomendado por nenhuma das mais importantes instituições do mundo que cuidam de saúde pública, entre elas a OMC-Organização Munidal da Saúde e a OPAS-Organização Pan-Americana de Saúde, para se combater a Covid-19, e de outro lado, com bastante teimosia, alguns remédios vêem sendo sugeridos, e não raramente, em razão dos seus danosos efeitos colaterais, são reprovados, da referida reunião esperamos que seja definida, com a concordância de todos os nossos entes federados, qual deva ser a estratégia que deveremos seguir.   

No Brasil, por incrível que possa parecer, a crise provocada pelo coronavirus, lamentavelmente, veio agravar a nossa crise política, posto que, a intransigente defesa do uso da cloroquina, feita pelo presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo obedecidas pelos governadores e prefeitos. De mais a mais, já motivou a demissão de dois titulares do ministério da Saúde: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

Se ninguém pode voltar atrás para fazer um novo começo e qualquer um pode recomeçar para se obter um novo fim, como a disputa entre os nossos entes federados, comprovadamente, já vinha prejudicando o combate ao coronavirus, da referida reunião esperamos que seja definida qual deve ser a estratégia que deveremos perseguir, até porque, não podemos aceitar, mansa e pacificamente, que o nosso país venha se transformar no epicentro mundial da Covid-19, conforme vem sendo fartamente anunciado.

Eu, particularmente, me daria por satisfeito se da referida reunião, como é de esperar, que ficasse decidido que o presidente Jair Bolsonaro passaria a comandar a luta, ou mais precisamente a guerra contra o coronavirus, até porque, nenhuma outra autoridade em nosso país poderia ser mais representativa quanto ele.   

Partindo-se da premissa que o coranavirus não tem ideologia, religião e nem respeita fronteiras, nada justifica que interesses políticos venham prejudicar as ações que visem combatê-lo. Assim sendo, só e somente só, a ciência poderá nos orientar, a despeito de estarmos tratando de um vírus contra o qual a própria ciência ainda não tem todas as respostas.

Volto a repetir: não será a ciência política, e muito menos, as espertices políticas que irão minorar o número de contagiados e de mortes que a Covid-19 poderá provocar. Daí a urgente e imperiosa necessidade dos nossos entes federados se unirem, logicamente, respeitando as suas naturais particularidades e, juntamente, com o conjunto da nossa sociedade, partirmos para enfrentar o inimigo comum, o coronavirus.  
 
 
 
 
 
 
 
 

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