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Novo coronavírus


.                                   Discordo desta denominação, até porque, do coronavirus  já havíamos tomado conhecimento, no ano de 1937.


          O que o mundo está enfrentando, aí sim, é a mais recente mutação do coronavírus, isto porque, seus primeiros casos surgiram, já há bastante tempo, ou mais precisamente, no ano de 1.937. A despeito do clima, pré-segunda guerra mundial, ainda assim, o seu vírus acabou sendo isolado. De mais a mais, a denominação, coronavírus, só veio acontecer no ano de 1965.


         Portanto, e no meu entender, ao invés de denominá-lo de novo coronavíruas, o que estamos enfrentando, aí sim, é a sua mais recente mutação e, portanto, a mais agressiva contaminação do velho coronavírus. Caso esteja equivocado, de antemão, peço desculpas pela minha ignorância em assuntos de natureza viral.


          Contudo, o que nos interessa saber é o quanto as grandes potências mundiais gastaram antes, durante e depois da segunda guerra mundial, em armamentos e visando conquistar o espaço sideral, e quanto foi investido na saúde pública, de nós, indefesos terráqueos.


         Com o fim da segunda guerra mundial, de um lado, os EUA, e de outro, a URSS, trilhões e trilhões de dólares foram torrados, visando tão somente definir, quem ao final, assumiria a condição de primeira potência mundial. Em relação à saúde de seus povos e o da restante do mundo, muito pouco fora feito em relação ao coronavírus.


         Acontece que, no derradeiro dia do ano, próximo passado, ou mais precisamente no dia 31 de dezembro de 2019, em sua mutação mais agressiva, o coronavírus se apresenta e põe em risco a saúde de toda a humanidade, em particular, a dos países cujos sistemas de saúde não estavam preparados para enfrentá-lo. Conclusão: nenhum deles, nem mesmo a própria China, país originário do referido vírus, já tida e havida como uma superpotência se encontrava preparada para enfrentar tamanho desafio.


         Para nós, brasileiros, nada de pior poderia acontecer, afinal de contas, além de uma crise fiscal e da nossa persistente crise de natureza política, veio se somar outra de natureza sanitária, para qual, não estávamos preparados para enfrentá-la, a não ser que, juntos e desarmados de quaisquer outros interesses, em particular, os de natureza política, venhamos a nos unir.


         Portanto, ante a gravidade da crise da nossa saúde pública, todas as demais deverão ceder lugar para o seu enfrentamento, até porque, nunca na história do nosso país, desta feita, sob o comando do presidente Jair Bolsanaro, a presença do Estado brasileiro se fez tão necessária, afinal de contas, com sua ausência, a pandemia que ainda nos ameaça, poderá trazer sérios irreparáveis prejuízos a nossa população, diga-se de passagem, prejuízos irreparáveis, isto porque, prejuízos econômicos poderão ser recuperados, mas vidas humanas, quando perdidas, jamais.

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