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De pior a pior

.                                         .               .                              Nossa economia caminha feita a cantiga da perua

A eleição do presidente Jair Bolsonaro e, em particular, a presença do ministro Paulo Guedes no comando da nossa economia, dava-nos a impressão que as nossas esperadas mudanças iriam acontecer, até porque, o quadriênio 2014/2018, havia deixado um péssimo legado, e o pouco que fizesse já seria o bastante para sinalizar positivamente. 

Para tanto e muito oportunamente, o ministro Paulo Guedes elegeu a reforma da nossa previdência social como prioridade, até porque, sem reformá-la, jamais o equilíbrio fiscal do nosso país será alcançado, tampouco o nosso crescimento econômico, pois deste depende fundamentalmente a geração de empregos, entre todas as nossas pragas, a pior delas.

A despeito de sua firme determinação e da competentíssima defesa que o ministro Paulo Guedes tem feito em prol da sua aprovação, e da inegável ajuda que tem recebido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ainda assim, a referida reforma não tem caminhado no ritmo que seria desejável. Pior ainda: estamos correndo o risco de vê-la descaracteriza no que a proposta original tem de mais importante.   

Para além dos apoios acima referidos, seria indispensável que o presidente Jair Bolsonaro, com igual desenvoltura também a defendesse. Lamentavelmente, isto não tem acontecido. Não que ele tenha se revelado contra, e sim, porque somente ele se fez portador da vontade popular, esta por sua vez, decorrente dos 57.000.000 de votos que lhes fora conferido.  Sejamos sinceros: tem sido muito acanhada a defesa que o presidente Jair Bolsonaro tem feito da referida reforma. 

Nada contra aos temas que permeiam a nossa pauta política, conquanto os mesmos não prejudiquem a aprovação da reforma da nossa previdência social. Debatê-los a posteriori sim, à priori não, afinal de contas, estamos a tratar de uma prioridade e não de uma, entre as muitas opções, estas sim, continuariam a depender da decisão do presidente Jair Bolsonaro. 

Decerto uma coisa: não será cedendo aos interesses corporativos e as exceções que deles decorrerem, que a reforma previdenciária será aprovada. 

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