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Aluta armada queria implantar ditadura no Brasil

Ao contrário do que muitos historiadores de esquerda tentam mostrar, no Brasil nunca houve ditadura, mas sim Regime Militar. Ditadura é o que ocorre em Cuba, Russia, China, Egito, Coreia do Norte, além de Zimbague, Tailândia, Arábia Saudita e Venezuela.

Nos países acima citados, o que muda é apenas o modelo de governo. Uns são república socialista e outros são Estado Comunista, mas a foma de governo é a mesma: ditadura.

Ditadura pra quem não sabe ou não lembra, é uma forma de governo em que o governante (presidente, rei, primeiro ministro) exerce seu poder sem respeitar a democracia, ou seja, governa de acordo com suas vontades ou com as do grupo político ao qual pertence.

Na ditadura não a respeito à divisão dos poderes (executivo, legislativo e judiciário). Era isso que os petistas liderados pelo corrupto Lula da Silva queriam implantar no Brasil, mas seus sonos viraram pesadelo.

Vale lembrar que o que houve no Regime Militar não foi luta em prol da liberdade ou da democracia, pois não havia ditadura. O que houve foi um enfrentamento ao Regime  Militar.

A luta armada no Brasil foi uma série de ações promovidas por diversos grupos de esquerda, especialmente entre 1968 e 1972, durante o Regime Militar.

Embora tenha assumido um caráter de resistência ao regime, não tinha como objetivo o retorno à ordem democrática anterior ao golpe militar, mas sim a realização de uma revolução socialista no Brasil, inspirando-se na Revolução Chinesa e na Revolução Cubana.

Condenação

Diretor do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE) no governo de Tião Viana, Rafael Almeida, foi condenado, por unanimidade, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) a devolver mais de R$ 700 mil aos cofres público.

Queda e coice

Além de ser condenado a devolver  R$ 641.764,00 referente a diferença entre a proposta de uma empresa mais vantajosa e os valores contratados, também foi multado a pagar 10% de multa referente ao montante cujo valor calculado é de mais R$ 64.176,40.

Votos invalidados

Rafael foi candidato a deputado estadual nas eleições de 2018 pelo PDT e obteve mais de 3 mil votos, mas não foram validados pela justiça eleitoral. Ele  também foi condenado a  pagar R$ 14 mil de multa por ter praticado grave infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial;

Revolta na Aleac

Corte de R$ 700 mil anunciado pelo governador Gladson Cameli  (PP) no repasse da Assembleia Legislativa deixou os deputados revoltados. Até o presidente da Casa, que é aliado do governador, perdeu a calma.

Espatifou

Deputado comunista Edvaldo Magalhães afirmou que Gladson conseguiu durante cerca de 10 minutos cometer um “erro político estratégico’. “Ele conseguiu espatifar o que o deputado Tchê tentou juntar com a base. Quem disse que comunista não gosta de dinheiro?

Envenenou

Experiente e esperto, Edivaldo Magalhães não encontrou dificuldades para envenenar o presidente da Aleac, deputado Nicolau Junior, cuna e correligionário do governador. “Ele (governador) desrespeitou você (Nicolau).

Tudo contornado

Claro e evidente que o governador e o presidente da Aleac já conversaram, lavaram a roupa suja e está tudo bem, mas na ora, o deputado ficou irritado, Tanto que chegou a lembrar que a Aleac é um poder independente. Todo mundo sabe disso.

Impossível

Na teoria, a Aleac é um poder independente, mas na prática, com um presidente cunhado do governador e filiado ao mesmo partido, o PP, perde tempo que acredita que ele consegue agir de forma independente. É algo impossível.

Secretário 

Governador Gladson Cameli afirma que poderá ser o próximo secretário de Saúde. "Vou acumular as duas funções"  firmou. Ele voltou a afirmar que há cartel e cabeça de burro na Sesacre. Gladson admite que há muitas falhas no sistema de saúde do Acre, mas está trabalhando para resolver.

"Viralizou"

O vide do governador dançando com robô na Expoacre-2019 "viralizou"" na internet. Gladson toma algumas decisões, mas é sempre humilde para reconhecer erros e tentar acertar. El também gosta de está no meio do povão. Isso mantém sua popularidade. 

# Tribunal Regional Eleitoral do Acre rejeitou na manhã desta sexta-feira, 2, os embargos protocolados pelo procurador Vitor Hugo Teodoro, do Ministério Público Eleitoral, que pedia a revisão da decisão unânime que em junho manteve a deputada estadual Juliana Rodrigues e o deputado federal Manoel Marcos, ambos do PRB, no cargo.

Relatado pelo desembargador Élcio Sabo Mendes, que entendeu que a decisão não deveria ser reformada, os demais juízes da corte seguiram o entendimento do magistrado e também votaram pela unanimidade.

A corte decidiu também por unanimidade que os votos nominais e das legendas sejam anulados e manteve a possibilidade do candidato Tião Bocalom a assumir o cargo de deputado federal após análise do mérito em Brasília.

O Ministério Público pediu a perda do mandado dos dois deputados, mas o TER preferiu mantê-los em seus respectivos postos

PANORÂMICAS

# Um dia, o diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, aparece na TV, ceio de arrogância e compara o Presidente a um moleque de 14 anos.

# No outro, ele reaparece com cara de menino chorão. Por isso, foi demitido.

# Mineiro de 71 anos,  Galvão deveria falar menos e trabalhar mais e pela idade não poderia mais ficar falando asneiras.

# Como que alguém nomeado ousa atacar quem o nomeou? Isso chama-se: burrice.

# No fundo, Galvão sai de onde nunca deveria ter entrado.

#  O governo Bolsonaro nada tem a ver com o anterior. A ideologia de Galvão é alinhada à dos falsos ambientalistas.

# Ele deveria ter sido mais digno e honrado e pedir demissão. Preferiu ser exonerado e desmoralizado.

# O novo governo não precisa de gente com o discurso afinado com o governo alemão e outros países que investem no Fundo Amazônia.

# Além disso, o Brasil não vai ficar refém de ideias que vão e encontro ao nosso desenvolvimento apenas pelos investimentos que fazem no Fundo Amazônia.

# Além disso, as autoridades precisam entender que o Fundo Amazônia agora será comandado pelo governo brasileiro, não mas pelos falsos ecologistas e “ongueiros” desonestos.

# Um bom dia aos “ongueiros” e espertalhões no Acre e nos demais Estados da Amazônia que viviam às custas do Fundo Amazônia. Eles sabem que agora farra acabou e vão ter que trabalhar.

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