sncAcre2-22-07-2011
 
 
 
 
Você está aqui: Acre Servidores da Administração Direta entram em greve por reposição salarial de 51,6%
 
 

Servidores da Administração Direta entram em greve por reposição salarial de 51,6%

greve dos servidores da sgsservidores realizaram o protesto em frente ao palácio das secretariasFuncionários realizaram movimento enfrente ao Palácio da Secretaria e questionaram tratamento indiferente, por parte do Estado na hora de negociar reajuste salarial com categoria

Os funcionários da Secretária de Administração do Estado do Acre entraram em greve na manhã de desta terça feira (20), para reivindicar reposição salarial de 51,6% referente a perdas salariais de mais de três anos. A mobilização dos servidores aconteceu enfrente do Palácio das Secretárias no centro da cidade. Os trabalhadores também resolveram fechar a entrada do prédio em protesto contra o Governo do Estado que segundo eles, se nega a manter um dialogo de negociação.

Com várias faixas e cartazes pedindo respeito e dialogo para se negociar a reposição salarial, os servidores protestavam em discursos informando que assim, como professores médicos e outros funcionários do Estado, merecem ser respeitados e ouvidos quanto às reivindicações de melhorias salariais. “Estamos negociando uma perda que tivemos durante esse ano, precisamos ter uma diálogo de negociação. A equipe de Governo sabe que estamos exigindo o que é nosso de direito, nossa perda salarial precisa ser reposta e estamos mobilizados para isso”, disse o presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Direta (Sindsad) Paulo Souza.

A entidade que representa cerca de 2.500 servidores das 23 secretarias do Estado do Acre, argumentam que a receita do Estado cresceu bastante, sendo que em 2001 as receitas governamentais recebidas pelo Estado do Acre era de R$ 45 milhões, e em fevereiro deste ano, o governo recebeu 147 milhões.
A direção do Sindicato informou também, que o Governo concedeu aumento nos seus PCCRs aos engenheiros, funcionários da fazenda e gestores com percentuais de 33,33% em relação aos salários dos servidores da administração direta. “Para se ter uma idéia até mesmo os professores contratados com apenas 30 horas, tem em seu PCCR igualdade de salário com os servidores, com contratos de 40 horas. Chega de injustiça e discriminação contra nossa categoria”, relatou em forma de desabafo Paulo Souza.

Os dirigentes do sindicato destacaram também, que não existe a menor possibilidade da categoria aceitar a situação que se encontra hoje esses servidores. “Tivemos uma surpresa, depois de nove anos de implantação do PCCR com perdas salariais de 60%, o Governo vem a mesa de negociação oferecer apenas 4,7% de forma linear. Deixando de atender as reivindicações do novel médio, o que a base considera injusto levando-se em conta o percentual das perdas”, explicou o presidente.

Para a direção do Sindsad, o governo comete uma injustiça grave com o tipo de tratamento diferenciado que vem dando aos servidores da administração direta. “Nossos governantes estão ferindo assim o principio da isonomia”, ressalta Souza. Acrescentando ainda, dizendo; “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, finalizou Paulo Souza recorrendo ao capitulo do artigo quinto da Constituição da República.




Veja também:


Comentar


Código de segurança
Atualizar

 
 
 
 

rss
 
 
  • Opinião


Foto Antonio MunizAntonio Muniz

Panorama

Foto Stalin MeloStalin Melo

Bastidores

Foto Narciso MendesNarciso Mendes

Artigos